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Combate à Pirataria na Internet
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APDIF - Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos, começou a atuar no combate à pirataria na Internet desde meados de 2000, quando iniciou o trabalho de monitoramento e notificação de sites ilegais; a solicitação de medidas cabíveis às autoridades competentes e a busca da colaboração dos provedores de serviços.

O trabalho que começou com a APDIF e continuou com a APCM nesse campo, consiste basicamente na busca e monitoramento de sites ilegais, promotores de leilões virtuais, bem como atuação preventiva junto aos provedores de serviços e aos sites de leilão para instituir políticas de proteção aos direitos autorais e de combate eficaz à pirataria.

São considerados ilegais, segundo a legislação nacional, não somente websites, mas todos os serviços não autorizados, que possibilitam, direta ou indiretamente, a busca, armazenando, distribuição, comercialização e execução de músicas por meio da internet.

 

 

 

 

 

 

Combate à Pirataria na Internet - Anos 2000


Apreensões 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
(1oSemestre)
Páginas Notificadas 3766 8897 9708 8782 4125 2282 10.802  7.716   2.515
Páginas Removidas 2785 8694 9458 8687 4113 2277  2.416 2.644   22.114

Fonte até 2007: APDIF

Fonte 2008: APCM



Tipos


1- Sites de download e sites FTP: com arquivos disponibilizados ilegalmente

Por meio desses sites é possível que o usuário acesse uma página da Internet com diversos arquivos de música, classificados ou não, para transferência. Normalmente esses fonogramas estão disponíveis juntamente com fotos e informações sobre os artistas em questão.

2- Sites de Leilão Virtual e seus usuários

A venda de CDs ilegais, através de CDs de Leilão Virtuais, tem se tornado bastante comum na Internet devido, principalmente, à facilidade de se adquirir equipamentos e matéria prima - música, gravadores e mídias.

3- Sites de venda de CDRs ilegais

Por meio desses sites são comercializados CDs piratas normais (de áudio, com 15 musicas) ou de MP3 (com uma média de 180 musicas).

4- Softwares P2P (softwares de pares), centralizados e descentralizados

São programas de computador, gratuitos, disponíveis em toda a Internet. Permitem que seus usuários, após sua instalação, compartilhem as músicas e também façam buscas para descobrir onde achar mais arquivos. Hoje, esses programas são a forma mais rápida e simples de copiar músicas via Internet.

5- Cyber-cafés

Os estabelecimentos possibilitam a transferência de arquivos MP3, instalação de softwares P2P e a gravação de CDs - todos esses serviços são pagos pelos clientes e não possuem autorização. O download de arquivos MP3, e o armazenamento desses arquivos em computadores é crime, assim como sua gravação em CDs.

Em 2003 a Apdif desenvolveu uma campanha de atuação junto a esses estabelecimentos, que receberam material informativo. No caso de não adotarem as práticas, de proteção aos direitos autorais, sugeridas, os mesmos são informados do ato ilícito pela APDIF e uma ação policial e judicial é iniciada.

6- Universidades e empresas

Por meio das redes internas de computadores das empresas ou instituições, sempre de alta velocidade e com capacidade de armazenamento, seus funcionários, alunos ou clientes, instalam softwares de compartilhamento de arquivos, chamados P2P, a fim de copiar arquivos ilegais e ouvir durante o trabalho, gravar em CDs entre outros usos.

7- IRC e ICQ - programas de comunicação instantânea

Estes serviços possibilitam o acesso a sites ou arquivos ilegais.

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